Padre quer escolas para meninas
byPadre quer escolas para meninas Os primeiros seis jesuítas chegaram ao Brasil com o governador-geral Tomé de Souza (1549). O grupo era chefiado pelo…
Integrantes da Companhia de Jesus .
No ano de 1549, chegaram ao Brasil, seis inacianos, também, chamados de jesuítas. Esse grupo de religiosos tinha como chefe o Padre Manoel da Nóbrega.
No período de 1540 a 1759, a Companhia de Jesus criou escolas elementares e secundárias no Brasil Colônia. Fundou missões e instalou seminários.
Manuel da Nóbrega chegou ao Brasil no ano de 1549.
Ele e outros cinco inacianos vieram na comitiva do Primeiro Governador Geral, Tomé de Sousa.
Além de Manoel da Nóbrega, o grupo era composto pelos Padres Leonardo Nunes, João de Aspicuelta Navarro e Antonio Pires e, ainda, pelos Irmãos Diogo Jácome e Vicente Rodrigues.
Manoel da Nóbrega viveu, de início, nas regiões dos territórios dos Estados da Bahia e de Pernambuco.
Após um tempo, seguiu para a Vila de São Vicente (localizada no Estado de São Paulo).
A comitiva do Segundo Governador Geral trouxe mais jesuítas para o Brasil . Cito: os Padres Luis da Grã, Braz Lourenço e Antonio Pires e, ainda, os Irmãos Antonio Blasques, Gregório Serrão, João Gonçalves e o discípulo José de Anchieta.
III. São Paulo de Piratininga
No dia 29 de agosto de 1553, os jesuítas, com a concordância, de alguns indígenas, incluindo os chefes Tibiriçá e Caiubi, fundaram um pequeno povoado: a Aldeia de Piratininga.
Em 25 de janeiro de 1554, os jesuítas fundaram a Casa de São Paulo: uma escola que ficou conhecida como o Colégio dos Jesuítas.
A vila, aos poucos, devido ao Colégio, passou a ser chamada de São Paulo de Piratininga.
O Padre Manuel da Nóbrega retornou para a Bahia, onde assumiu o cargo de Primeiro Provincial do Brasil.
Ao longo de sua vida, no Brasil, ele escreveu diversas cartas.
As correspondências localizadas foram redigidas no período de 1549 a 1560. São entendidas como documentos históricos e literários.
Atualmente, podemos consultar esses documentos na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (USP).
Outros jesuítas, também, escreveram cartas e produziram outras documentos.
