Stunt Journalism

 Termo cunhado no final do século XIX para designar o jornalismo de proeza:

quando o repórter se coloca como protagonista da notícia, realizando feitos ousados ou arriscados para atrair atenção pública.

Exemplos clássicos incluem Nellie Bly, que se internou disfarçada em um manicômio feminino em 1887 para denunciar abusos, e sua volta ao mundo em 72 dias em 1889.

Esse estilo inaugurou uma forma de mídia-espetáculo e abriu caminho para o jornalismo imersivo moderno.

Autora do verbete: Mônica Karawejczyk
Mônica Karawejczyk
Mônica Karawejczyk é historiadora e doutora em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Autora de variados artigos e dos livros As filhas de Eva querem votar: uma história da conquista do sufrágio feminino no Brasil (2020) e Mulher deve votar? O Código eleitoral de 1932 e a conquista do sufrágio feminino através das páginas dos jornais (2019), dedica-se a investigar a história da imprensa, da cultura política e da participação das mulheres na vida pública. Busca aproximar pesquisa acadêmica a uma narrativa acessível.
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