Arte: editora de Histori-se.
É sobre viver.

Não é sobreviver. É sobre viver.

Sobre viver com dignidade.

Muitas pessoas, neste momento, vivem com cuidados paliativos.

A notícia de estar sofrendo de uma doença que deixa a vida frágil, em risco, leva pacientes e familiares para um universo onde consultas, medicações, incertezas, medos, entre outros sentimentos e realidades, passam a compor o cotidiano.

É neste momento que entra em cena a importância dos cuidados paliativos.
Cuidados para o bem viver. Não para, somente, sobreviver.

Muita gente associa cuidados paliativos às fases terminais de vidas.
O que é um grande engano.

Cuidados paliativos, na realidade, segundo especialistas no assunto, deveriam acompanhar pacientes (e suas redes de apoio) desde o recebimento dos diagnósticos de doenças crônicas ou de condições de saúde sem esperanças de cura ou, ainda, de risco.

Cuidados paliativos acompanham os tratamentos específicos focando na qualidade de vida das pessoas, respeitando sua dignidade.

Esses cuidados são multidisciplinares e enfocam o todo de nossa condição humana: corpo, psicológico, social, espiritual.

Mayara Martins iniciou o tratamento oncológico paliativo há 3 anos (janeiro de 2023).
Mayara Martins
Mayara Martins

Hoje, junho de 2026, com 39 anos, além do avanço da doença, enfrenta um processo de divórcio e sente a necessidade deixar um legado para seus dois filhos, Matheus e Diana, assim como, para outras crianças.

Esse legado, na forma de livros infantis, é dizer da importância de ‘sermos luz e de reconhecermos a nossa luz’.

Os livros foram viabilizados através do projeto Cultivando um sonho , idealizado e promovido por Camila Cristina dos Santos.
Mayara busca deixar o seu legado através de suas palavras.

Mensagens que estão preservadas nesses livros e em vídeos, nos quais ela grava suas reflexões.

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